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Hoje, 31 de agosto, 14 anos que a princesa e amiga de Michael foi assassinada

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Mensagem por izilda em Qua Ago 31, 2011 7:54 pm

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Mensagem por Ana Rosa Jackson em Qui Set 01, 2011 9:02 pm

Diana Spencer fez a passagem em 31 de Agosto de 1997. Dias depois, Jackson fez um tributo à Princesa na HIStory Tour, durante a visita à capital britânica.

Em 1988, durante a passagem da Bad Tour em Londres, o Rei do Pop conheceu a Princesa Diana e o Príncipe Charles.



https://www.youtube.com/watch?v=4MIbg5KZoPc






https://www.youtube.com/watch?v=_DRkMV8WdgE&feature=related



O Rei Michael e a Princesa Diana - Amigos na Caridade

Eu te amo Diana. E brilhe para sempre porque você é a verdadeira princesa do povo."




Michael Jackson, set/1997

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Michael conheceu a Princesa de Gales em 16/07/1988 durante a turnê Bad. Ele faria um show no estádio Wembley.
Diana queria que Michael cantasse a música "Dirty Diana" naquele show, mas em respeito a ela, preferiu não cantar a música, por ser uma letra que retrata garotas aventureiras.
A partir daí, tornaram-se amigos e falavam-se constantemente ao telefone. Michael sempre se referia a ela como um grande exemplo e dizia que procurava se espelhar nas atitudes caridosas que ela possuia.


"Lady Diana, na mais pura verdade, foi uma das pessoas mais doces que conheci porque podíamos nos relacionar, compartilhar algo em comum com a imprensa. Eu não acho que eles tenham roubado alguém mais do que ela e eu.
Nós tivemos uma amizade, uma bela amizade. A gente podia se ligar tarde da noite, só para conversar, chorar um no ombro do outro."


"Ela era uma pessoa maravilhosa, segura, com compaixão, muito caridosa. E era real, não era publicidade nem nada. Ela se importava de verdade. Eu me sinto como ela, preocupado com as crianças, com o futuro de nossas crianças e com o futuro do mundo."


"Eu acho que ela se importava de verdade com os sentimentos das pessoas e tentou, mesmo, fazer do mundo um lugar melhor. Eu realmente acredito que o coração dela estava aberto para as pessoas. Dava para ver em algumas fotos dela, tocando o rosto daqueles bebezinhos e eles lá sentados no colo dela com ela os segurando.
Aquilo não era farsa, dava para ver. Quando você vê a rainha sair com aquelas luvas brancas acenando à distância, você pode ver o coração."



Michael Jackson: Eu conheci-a num espectáculo em Londres. Ela era muito gentil, amável, meiga.

Barbara Walters: Vocês conversaram sobre o quê?

Michael Jackson: Eu escrevi uma música chamada Dirty Diana. Não é a respeito da Lady Diana, é sobre um tipo de rapariga que fica em concertos, em clubes; são chamadas de groupies. (...) Excluí a música do concerto em honra à sua nobreza. Ela levou-me para um canto e perguntou "você vai cantar Dirty Diana?", e eu "não! não! tirei-a do espectáculo por você", e ela "não! eu quero que a cante! cante essa música!"
trecho de entrevista a Barbara Walters



A morte da Princesa Diana foi um choque para Michael, que cancelou seu show da turnê HIStory.

Em seguida , dando continuidade, ele dedicou o próximo evento à Princesa de Gales.


Michael Jackson faz canção em homenagem à princesa Diana
04/10/2001

Com quatro anos de atraso, Michael Jackson fez uma música em homenagem à princesa Diana, que morreu em um acidente de carro em Paris, na França, em agosto de 1997.

Seu novo disco, Invincible, tem a canção Privacy, sobre sua amiga Lady Di, que ele tinha conhecido pouco tempo antes da tragédia.
Aí vai uma parte da letra, publicada em primeira mão pelo jornal New York Post: "Some of you still wonder why one of my friends had to die... To get a message across, that yet you haven't heard... My friend was chased and confused, like many others I knew... But on that cold winter night, my pride was snatched away."

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A tradução: "Alguns de vocês ainda perguntam por que uma das minhas amigas teve de morrer... Para passar uma mensagem, que você ainda não ouviu... Minha amiga foi perseguida e confundida, como muitos outros que conheço.. Mas naquela noite fria do inverno, meu orgulho foi roubado" (Lady Di morreu no verão, não no inverno).

O refrão é "I need my privacy, I need my privacy, so get away from me" ("Eu preciso da minha privacidade, então fique longe de mim"). O disco Invincible chega às lojas de todo o mundo no dia 29.

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SB: Mas o quê aconteceu com [Princesa] Diana, aquilo foi uma tragédia enorme, Michael.

MJ: Aquilo foi uma tragédia enorme. Aquilo me matou. Matou todo mundo, eu acho.

SB: Não é bom morrer jovem. Te faz um mito. Mas a vida é tão preciosa, não é?

MJ: A vida é bela e preciosa.


BIOGRAFIA

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Diana, Princesa de Gales (nascida Diana Frances Spencer; Sandringham, 1 de julho de 1961 — Paris, 31 de agosto de 1997) foi a primeira esposa de Charles, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente da Rainha Elizabeth II. Seus dois filhos, os príncipes William e Harry, são respectivamente o segundo e o terceiro na linha de sucessão aos tronos do Reino Unido, do Canadá, da Austrália, da Nova Zelândia e de outros doze países da Commonwealth.

Após o seu casamento com o Príncipe de Gales em 1981, Lady Di tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo: um ícone da moda, um ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade, em especial por seu envolvimento no combate à SIDA/AIDS e na campanha internacional contra as minas terrestres.

O casamento foi inicialmente feliz, mas terminou em 1996, após vários escândalos tanto por parte de Charles como de Diana.

A sua trágica e inesperada morte num acidente de carro, em Paris, foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e, em menor escala, pelo mundo. Seu funeral, em setembro de 1997, foi assistido globalmente por cerca de 2,5 bilhões de pessoas.

Mesmo uma década após a sua morte, a "Princesa do Povo" (termo cunhado pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair) continua sendo uma das celebridades mais constantes na imprensa, servindo de tema para milhares de livros, jornais e revistas. O seu nome é citado pelo menos 8 mil vezes por ano na imprensa britânica.

Os vários biógrafos de Diana divergem-se quando o assunto é a decadência de seu casamento; Andrew Morton, por exemplo, culpa a "crueldade" de Charles, enquanto que Sally Bedell Smith aponta os supostos "distúrbios mentais" de Diana; a jornalista Tina Brown, por sua vez, atribui o desastre à ingenuidade da princesa em uma ficção forjada pelos tablóides.

Nascimento e infância
Diana Frances Spencer nasceu como a terceira e última filha de Edward John Spencer, Visconde Althorp (1924-1992), e de sua primeira esposa, a Hon. Frances Ruth Burke-Roche (1936-2004), em Park House,na propriedade real de Sandringham em Norfolk, Inglaterra, às 19:45.

Foi batizada na Igreja de St. Mary Magdalene em Sandringham pelo reverendo Percy Herbert (reitor da igreja e ex-bispo de Norwich e Blackburn). O seus padrinhos foram: John Floyd (presidente da Christie's), Lady Mary Colman (uma sobrinha da Rainha Mãe), a Sra. Sarah Pratt e a Sra. Carol Fox.

Em Park House, Diana costumava brincar com os príncipes Andrew e Edward. Ela também gostava de ir à praia.

Separação e divórcio dos pais
Em 1968, durante a acrimoniosa separação dos seus pais, ocorrida, em parte, por causa do caso extraconjugal de Lady Althorp com o empresário Peter Shand Kydd, Diana e o seu irmão Charles foram levados por Frances para viver no seu apartamento em Knightsbridge, Londres, onde a princesa foi matriculada numa escola diária local.

No Natal daquele ano, as crianças Spencer foram celebrar a ocasião com o seu pai, que se recusou a deixar os filhos retornarem à capital londrina com a mãe. Subseqüentemente, em 1969, os Althorp brigaram pela custódia dos filhos na Justiça; porém, o juiz concedeu a Lorde Althorp, que foi apoiado por um depoimento de sua sogra contra Frances, a guarda de Diana e do seu irmão Charles. A guarda das irmãs mais velhas da princesa, Sarah e Jane, seria compartilhada igualmente entre os pais.

A separação e o divórcio dos seus pais trouxe efeitos negativos a Diana, então com sete anos, que ficou determinada, no futuro, a constituir uma família unida e feliz. Ela não queria repetir os erros dos pais. Detratores de Diana acreditam que a princesa desenvolveu uma doença mental decorrente de uma infância problemática; entretanto, parentes, amigos e professores dela afirmam que isso não é verdade. Diana, por sua vez, num filme caseiro, classificou sua infância como infeliz. "Os meus pais nunca disseram que me amavam".[7]

Em 2 de maio de 1969, a mãe de Diana casou-se com Peter Shand Kydd, numa cerimônia discreta. Enquanto isso, o pai de Diana começou um relacionamento com Raine McCorquodale, a única filha da famosa romancista Barbara Cartland e também a ex-esposa de Gerald Legge, 9° Conde de Dartmouth. O pai de Diana foi chamado de "o outro homem" no divórcio dos Dartmouth.

Lady Diana

Althorp, em Northamptonshire, nos dias de hoje.Com a morte de seu avô paterno, Albert Spencer, 7° Conde Spencer, em maio de 1975, o pai de Diana tornou-se o 8.° Conde Spencer. Diana, com catorze anos, e suas irmãs, como resultado disso, receberam cada uma o título de "Lady", prerrogativa comum entre filhas de condes britânicos. Seu irmão Charles tornou-se, por sua vez, o novo Visconde Althorp.

Pouco tempo depois, Johnny Spencer e seus quatro filhos mudaram-se para Althorp, em Northamptonshire, a propriedade ancestral da família Spencer do século XVI, deixando Park House, que era alugada da família real.[8]

Em 14 de julho de 1976, o novo Conde Spencer desposou sua companheira Raine MacCorquodale, num registo de Caxton Hall, Londres. A madrasta nunca teve uma boa relação com seus enteados, que a apelidaram como "Acid Raine".

O filho de Edmund Burke-Roche, 5° barão Fermoy,e de sua esposa, Lavinia Pitman,o primo-irmão de Diana, Patrick Burke-Roche , torno-se o 6º Barão Fermoy (Irlanda).Em 26 de março de 1998, ele casou-se com Tessa Fiona Kayll, filha do major David Pelham Kayll.

Educação e juventude
Diana frequentou Riddlesworth Hall, em Norfolk, uma escola preparatória para meninas, onde ela foi reconhecida pelo seu talento para as artes, em particular para a dança (estava convencida de que um dia seria uma grande dançarina) e para a música (como pianista e cantora amadora). Diana também era uma excelente esportista: suas paixões eram tênis, natação, hockey e salto ornamental; chegou a ganhar até mesmo prêmios por suas atividades. Popular entre todos, Diana ganhou um prêmio por "prestimosidade", pois estava sempre ajudando seus colegas nas atividades escolares.

Seu pai depois a matriculou em West Heath Girl's School, em Sevenoaks, Kent, esperando que esta respeitável escola aproximasse Diana mais dos estudos e a afastasse do balé, que provavelmente era a maior paixão de sua infância e juventude. A princesa foi educada em West Heath por cinco anos, mas não passou em seus exames finais, mesmo numa segunda tentativa. Como uma cadeira na escola já não era mais possível, Diana terminou sua educação em dezembro de 1977, aos dezesseis anos. Porém, para uma garota de família aristocrática e rica, isso não tinha muito importância: bastava se casar bem.

Em novembro de 1977, durante uma festa de caça em Althorp, Diana Spencer tinha conhecido seu futuro marido, o príncipe Charles, que então namorava sua irmã mais velha, Sarah. Charles e Sarah terminaram o relacionamento em algum momento depois de fevereiro de 1978.

Tendo deixado West Heath, Diana estudou, entre janeiro e março de 1978, no Instituto Alpin Videmanette, em Rougemont, Suíça, onde foi preparada para atividades sociais, como etiqueta, arte culinária, arte floral, línguas e muitas outras.

Vida em Londres


Charles, Príncipe de Gales, durante uma viagem aos Estados Unidos, em 1981.Quando retornou à Inglaterra, Diana, aos dezoito anos, recebeu de seus pais um apartamento em Londres. Em setembro de 1978, Diana iniciou um curso de culinária francesa em Cordon Bleu, apesar de detestar cozinhar, e teve que abandoná-lo para cuidar de seu pai enfermo. Com a ajuda de sua mãe, ela obteve um emprego como professora de balé no conhecido estúdio Vacani, mas ficou pouco tempo ensinando.

Embora fosse filha de nobres, ela trabalhou como uma mulher normal que procurava independência e realização pessoal. Entrou para a brigada da "fita de veludo encarnada", uma associação para mulheres da alta sociedade que procuravam seguir padrões e valores bastante liberais, sendo vulgarmente conhecidas como "Sloane Rangers". Inscreveu-se em duas agências: Solve Your Problems e Knightsbridge Nannies, fazendo tarefas domésticas, como faxineira e babá, antes de se tornar professora do jardim de infância Young England School, em Pimlico.

A sua vida em Londres era tranqüila: não ia a discotecas nem a festas extravagantes, optava por locais mais modestos e calmos, pois era tímida, insegura e sensível. Passava habitualmente os fins-de-semana em Althorp, junto de sua família e amigos. Lady Diana, numa entrevista, disse que naqueles anos queria se manter "tidy", um eufemismo britânico para virgindade, porque ela esperava alguém especial.

Romance
Em novembro de 1978, Diana e sua irmã Sarah foram convidadas para o aniversário de trinta anos do príncipe Charles. Numa carta para a sua babysitter, Mary Clarke, Diana revela que teria planeado, juntamente com os seus irmãos, Charles e Jane, casar a sua irmã mais velha, Sarah, com o príncipe Carlos.

Outro convite, desta vez feito pela Rainha para uma semana de caça em Sandringham, veio em janeiro de 1979. Em julho do mesmo ano, Diana e sua irmã Jane foram convidadas pela Rainha para o Castelo de Balmoral, na Escócia.

Em agosto de 1979, um fato devastador para Charles aconteceu: seu tio-avô e padrinho, Lorde Mountbatten, foi assassinado pelo IRA. Eles eram tão próximos que Mountbatten era visto como o "pai substituto" dele. Em um encontro com amigos mútuos, Charles e Diana sentaram-se um do lado do outro e começaram a conversar alegremente até o assunto sobre o funeral de Mountbatten ser tocado. Diana disse:

Você parecia tão triste (...) Meu coração ficava vazio enquanto via você daquele jeito, e eu pensei: 'Isso não está certo, você está completamente sozinho, você deveria ter alguém para cuidar de você.


Dali em diante, a figura que Charles tinha de uma garotinha, uma vizinha de Sandringham nos tempos de infância, transformou-se definitivamente, e ele começou a procurá-la. Em fevereiro de 1980, foi a primeira vez que Diana passou um fim de semana em Sandringham sem a companhia de uma irmã, apenas da família real. Há rumores de que a então ex-namorada do príncipe, Camilla Parker Bowles (sua atual esposa), ajudou-o a escolher como esposa Lady Diana Spencer. Camilla fazia parte do restrito círculo de amigos de Charles.

É fato que a avó materna de Diana, a Baronesa Fermoy, era a dama de companhia, confidente e amiga da avó materna de Charles, a Rainha Mãe, e há boatos de que as duas planejaram o casamento entre seus netos. Os pais de Charles também esperavam uma nora com as "qualidades certas": Diana, por exemplo, era virgem, protestante e aristocrata.

Noivado
As constantes aparições de Diana e Charles juntos começaram a atrair a atenção da imprensa, e o The Sun escreveu que um novo romance real começara. A cada momento que saía de seu apartamento, ela era seguida por jornalistas. No dia 6 de fevereiro, Charles combinou um encontro com Diana no Castelo de Windsor. Lá, ele falou o quanto sentiu sua falta durante uma viagem à Suíça e pediu a sua mão em casamento.

No dia 23 de fevereiro, depois de contar as novidades para a família e amigos, Diana saiu de seu apartamento em Coleherne Court e partiu para o Palácio de Buckingham, a fim de evitar a mídia. O Palácio de Buckingham anunciou o noivado no dia 24 de fevereiro de 1981. Diana ficou no palácio em companhia de dois empregados, mas não de seu noivo.

Quando o príncipe teve que realizar uma viagem oficial à Austrália e à Nova Zelândia logo em seguida, Diana foi vista e filmada chorando no aeroporto[carece de fontes?]. Dez dias antes do casamento, Diana perguntou se Charles ainda estava apaixonado por Camilla, após ver um bracelete embrulhado em uma caixa de presente, com as iniciais G. & F. (Gladys & Fred, os apelidos que Camilla e Charles deram um ao outro)[carece de fontes?]. Conforme Diana alegou, o príncipe não lhe deu uma resposta clara. Pouco tempo depois, um jantar entre Diana e Camilla foi organizado, e a futura princesa disse, para um de seus cortesãos, que tinha sido um sucesso e que tinham se entendido.[carece de fontes?]

Uma semana antes do casamento, Diana assistiu a uma partida de pólo em que Charles estava jogando. Na arquibancada, ela começou a chorar novamente. Isso aconteceu um pouco depois que ela soube que seu noivo estava planejando entregar o bracelete a Camilla. O Palácio de Buckingham, em resposta, disse que foi exaustão. Apesar disso, Diana e Charles tiveram bons momentos durante seu noivado e pareceram felizes juntos enquanto estavam nas ruas, cumprimentando o público.

Casamento
O casamento ocorreu na Catedral de São Paulo em Londres, numa quarta-feira, no dia 29 de julho de 1981. A cerimônia contou com 3500 convidados (incluindo Camilla Parker Bowles e seu esposo Andrew) e foi assistida por cerca de um bilhão de pessoas em todo mundo via televisão. Diana se tornou oficialmente Sua Alteza Real a Princesa de Gales e foi imediatamente elevada a terceira mulher mais importante da monarquia britânica, somente atrás da Rainha Elizabeth II e da Rainha Mãe.Diana viajou a varios países em missões da família real britânica, em 1982, representou a rainha Elizabeth II no funeral da Princesa Grace de Mônaco. O casamento do século XX passou a ser comparado a um conto de fadas, e rapidamente a princesa conquistou o público com sua beleza, chamando, muitas vezes, mais atenção do que seu marido.

Filhos
Charles e Diana tiveram dois filhos:

O Príncipe William de Gales, nascido em 21 de junho de 1982.
O Príncipe Harry de Gales, nascido em 15 de setembro de 1984.

Crise
Entretanto, no palácio real, as tensões entre Charles e Diana aumentaram. O príncipe estava sempre comprometido com seus deveres, e Diana sentia-se sozinha e suspeitava, cada vez mais, de que ele estaria tendo um caso com Camilla Parker-Bowles. Em público, eles continuavam a aparentar um casal apaixonado. No meio da década de 1980, após o nascimento dos dois filhos do casal, Charles passou a ficar mais tempo com seus amigos, incluindo Camilla, bem como a ficar mais tempo em Highgrove House, enquanto que Diana permanecia no Palácio de Kensington.

Ruína do casamento
Ver artigo principal: Guerra dos Galeses
Para descrever o colapso do casamento entre Charles e Diana, a mídia britânica e internacional chamou-a de Guerra dos Galeses. O nome deriva da Guerra das Duas Rosas, uma série de disputas entre a Casa de York e a Casa de Lancaster pelo trono inglês. A "Guerra dos Galeses" iniciou-se no final dos anos 80, quando se tornou do conhecimento público que o casamento de Charles e Diana estava arruinado. Chegou ao seu climax em 1992, quando o Príncipe e a Princesa de Gales formalmente se separaram.

Separação e divórcio
Os príncipes de Gales finalmente se separaram em 9 de dezembro de 1992. O divórcio foi finalizado em 28 de agosto de 1996. O acordo criado pelos advogados dos príncipes estabelecia que Diana poderia continuar vivendo no Palácio de Kensington; que a guarda dos príncipes William e Harry seria dividida entre eles; e que uma quantia de £17 milhões de libras seria concedida à Diana, sob a condição de que esta renunciasse ao tratamento de "Sua Alteza Real". A partir daí, seu título oficial passou a ser "Diana, Princesa de Gales", mas foi mantida como membro da Família Real Britânica já que era mãe do 2° e 3° sucessores à coroa britânica.

Trabalho de caridade
A Princesa Diana tornou-se bastante conhecida por apoiar projetos de caridade (tanto antes como depois de seu divórcio) e ajudava especialmente campanhas contra minas terrestres e no combate à AIDS.

AIDS
Em abril de 1987, a Princesa de Gales se tornou a primeira grande celebridade a ser fotografada tocando uma pessoa infectada com o vírus HIV. Sua contribuição para mudar a opinião pública em relação aos aidéticos foi levantada em 2001 pelo presidente americano Bill Clinton, quando este disse:

Em 1987, quando muitos acreditavam que a AIDS poderia ser contraída através do toque, a Princesa Diana sentou-se numa cama onde deitava um aidético e segurou sua mão. Ela mostrou ao mundo que as pessoas com AIDS não mereciam o isolamento, mas sim compaixão. Isso ajudou a mudar a opinião do mundo, ajudou as pessoas com AIDS, e também ajudou a salvar as pessoas em risco
Minas terrestres
A visita de Diana a Luanda, Angola, em janeiro de 1997, talvez tenha sido a sua aparição mais importante, trabalhando como uma voluntária VIP do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Diana visitou sobreviventes das explosões de minas terrestres em hospitais, excursionou projetos organizados pela HALO Trust e compareceu em aulas de conhecimento sobre minas terrestres que ameaçavam casas e vilarejos.

Em agosto do mesmo ano, Diana visitou a Bósnia com o Landmine Survivors Network. A princesa tinha interesse em evitar os prejuízos que as minas causavam às pessoas, especialmente a crianças.

Em janeiro de 2005, as atividades de Diana referentes a minas terrestres produziram poucos frutos. A Organização das Nações Unidas apelou para que as nações que produziam e que estocavam o maior número de minas terrestres (China, Índia, Coréia do Norte, Paquistão, Rússia e Estados Unidos) assinassem o Tratado de Ottawa, proibindo sua produção e uso, contra os quais Diana lutou em campanhas.

Carol Bellamy, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), disse que minas terrestres continuam sendo "uma atração mortal para crianças, cujas inata curiosidade e necessidade de brincar freqüentemente as levam direto para o caminho do mal".

Morte


A Chama da Liberdade, que fica acima da entrada do túnel onde Diana morreu. Os fãs de Diana o decoram com cartazes, que são, por lei, removidos pelas autoridades francesas.Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu num acidente automobilístico no túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, França foi perseguida por sete paparazzi. Diana estava jantando com Dodi Al-Fayed em um restaurante quando começou a perseguição por parte dos paparazzis. No carro, Diana estava acompanhada de Dodi Al-Fayed e o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan deles bateu fortemente no 13° pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.

O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocupante do carro que estava utilizando o cinto de segurança - o que não é comum, pois guarda-costas precisam de livre movimento para proteger profissionalmente alguém. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.

Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente, e Diana - sentada ao banco de trás - resvalou-se brutalmente durante o impacto e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Diana foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtrière, onde, apesar das inúmeras tentativas de reanimação cardiorrespiratória, ela morreu às 4 da madrugada. Seu funeral, em 6 de setembro de 1997, foi assistido por aproximadamente dois bilhões de pessoas em todo o mundo.

A morte de Diana tem sido matéria de difundidas teorias de conspiração[carece de fontes?], apoiadas por Mohamed Al-Fayed[carece de fontes?], cujo filho Dodi morreu no acidente. Tais teorias foram rejeitadas pelos investigadores franceses e oficiais britânicos, que relataram que Henri Paul, o motorista do automóvel, estava sob efeito de bebida e drogas. Em 2004, as autoridades ordenaram um inquérito independente por Lord Stevens, um ex-chefe da Metropolitan Police Service. Lord Stevens disse que o caso era "mais complexo do que pensava" e declarou ter conseguido novas evidências forenses[carece de fontes?]. As autoridades francesas também decidiram reabrir o caso.

Lugar de descanso

O caixão de Diana durante o funeral, perto do parque de St James' Park.É dito que o lugar de descanso da princesa é a propriedade campestre de sua família, Althorp, em Northamptonshire, Inglaterra[carece de fontes?]. O plano original[carece de fontes?] era enterrar seu caixão na câmara mortuária dos Spencer na igreja local, perto de Great Brington; porém, o irmão de Diana, Charles Spencer, o 9° Conde Spencer, ficou preocupado quanto à segurança e quanto à curiosidade pública. Então ele decidiu que Diana seria enterrada num local onde sua tumba pudesse ser cuidada diariamente e visitada pelos príncipes William e Harry e por parentes.

Lord Spencer escolheu como local de sepultamento uma ilha no lago ornamental de Althorp. Uma trilha com trinta e seis árvores - que simbolizam os anos de vida de Diana - leva até o lago. Quatro cisne-negros simbolizam sentinelas, e há muitos lírios aquáticos na água. Rosas brancas e lírios eram as plantas favoritas de Diana. Perto do lago, um ancestral arboreto contém árvores plantadas pelos príncipes William e Harry, por outros membros da família e pela própria Diana.

Títulos, honras e brasão de armas
Títulos
1961-1975: The Honourable Diana Frances Spencer
1975-1981: Lady Diana Frances Spencer
1981-1996: Sua Alteza Real Princesa de Gales
1996-1997: Diana, Princesa de Gales
O título completo de Diana, enquanto esteve casada com o príncipe Charles, era Sua Alteza Real a Princesa de Gales, Condessa de Chester, Duquesa da Cornualha, Duquesa de Rothesay, Condessa de Carrick, Baronesa de Renfrew, Senhora das Ilhas e Princesa da Escócia.

Honras
Real Ordem Familiar da Rainha Elizabeth II
Grã-oficial, da Ordem da Casa de Orange
Brasão de armas

O brasão de armas da princesa Diana enquanto esteve casada.Como esposa do Príncipe de Gales, Diana usava um brasão de armas que incluía o real brasão de armas do Reino Unido com um plano, um escudo e um letreiro do brasão de armas do principado de Gales (o brasão do Príncipe de Gales), juntando dois brasões em um escudo com o 1° e o 4° quarteis plano branco, e o 2° e o 3° quartéis suportando três douradas bandas entrelaçadas com três bandas sinistras em um fundo de cena vermelho desfigurado com três conchas (o brasão de armas do Conde Spencer, pai de Diana). Os guardiões foram um leão coroado dourado do Brasão de Armas Real e um grifo alado do brasão dos Spencer. O escudo teve a coroa do Príncipe de Gales. Seu lema era Dieu Defend le Droit (Deus defende o direito, em português), também usado no brasão dos Spencer.

Com o divórcio, Diana passou a usar o brasão da família Spencer coroado com uma pequena coroa real.

Legado

Uma mensagem de condolência em Trafalgar Square, após a sua morte.O interesse de Diana em ajudar pessoas jovens levou ao estabelecimento do Diana Memorial Award[carece de fontes?], prêmio conferido a jovens que têm demonstrado devoção e compromisso para com as causas advogadas pela Princesa. Em 2002, Diana foi colocada em 3°lugar na votação 100 Greatest Britons[carece de fontes?], ultrapassando a Rainha Elizabeth II e outros monarcas britânicos.

Os príncipes William e Harry organizaram um concerto em memória a mãe deles (veja Concert for Diana), ocorrido no dia 1° de julho de 2007 - data que seria o aniversário de 46 anos da princesa. O evento tomou lugar no Estádio de Wembley. Um serviço memorial ocorreu em 31 de agosto de 2007[carece de fontes?].

Aparições
A 13 de Maio de 2010, por altura da visita do papa Bento XVI ao santuário de fátima, foi testemunhado e registado em película fotográfica por diversos paroquianos do lar da Santa casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos, liderados pelo padre Tomás e pela irmã Evangélica, com o apoio logístico da III trupe de escuteiros da Lezíria do Tejo, agrupamento de Muge e o patrocínio da SOMETAL, Bombas de água e monta-cargas para aplicação industrial SA, a ocorrência da face rosada da princesa reflectida na pixide papal ao mesmo tempo que no céu o Sol brilhava. O facto causou grande comoção.

Ascendência

Pelo lado familiar paterno, Diana Spencer era uma aristocrata descendente da Casa de Stuart e tinha portanto como notáveis ancestrais Roberto I da Escócia, Maria I da Escócia, Carlos II da Inglaterra e Jaime II da Inglaterra.

Pelo lado familiar materno, Diana tinha ascendência irlandesa, escocesa e norte-americana. Sua bisavó foi Frances Work, filha e herdeira de Franklin H. Work, um acionista da Bolsa de Valores de Nova York. Através de Work, ela também é uma prima do ator canadense Oliver Platt.


Fontes: michaeljacksonhumanitarian, peterpanmj, nexus.ao, Wikipedia
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Hoje, 31 de agosto, 14 anos que a princesa e amiga de Michael foi assassinada Empty Re: Hoje, 31 de agosto, 14 anos que a princesa e amiga de Michael foi assassinada

Mensagem por izilda em Qui Set 01, 2011 10:25 pm

Linda pesquisa Aninha......muito bom
obrigada

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Mensagem por Ana Rosa Jackson em Sex Set 02, 2011 8:45 am

Michael Jackson fala para Barbara Walters

Barbara: Até semana passada as pessoas mais fotografadas do mundo eram a Princesa Diana e Michael Jackson. Agora apenas um fica para falar sobre o que significa viver sob esse tipo de exame. Desde as acusações de abuso sexual infantil feitas contra Michael Jackson há quatro anos atrás, ele tem sido, se possível, até mais perseguido. Aliás, nós checamos o secretário do promotor em Los Angeles e Santa Barbara e descobrimos que não há caso ativo contra o Sr. Jackson hoje.

O próprio Michael Jackson é tímido em dar entrevistas, mas no meu caminho para casa cobrindo o funeral da Princesa Diana, eu o encontrei em Paris para discutir sobre os paparazzis e suas lembranças pessoas da Princesa.

Quando se trata de paparazzis, Michael Jackson diz que sentia um elo com a Princesa Diana. Os paparazzis têm sido parte de sua vida desde que ele era um pequeno garoto, o mais novo do Jackson 5. Ele tem sido um superstar por 3 décadas. Com 39 anos, ele continua a cantar e dançar pelo mundo todo e os paparazzis o seguem pelo mundo todo. Ele está em uma turnê européia tocando pelos últimos cinco meses para uma estimativa de 2 milhões de pessoas. Na noite em que a Princesa Diana morreu, Michael Jackson cancelou seu show, mas seus dois últimos shows foram dedicados a ela. Ele não finge que eram amigos íntimos. Ela era uma fã.

Michael: Eu a conheci em um... humm... show... em Londres. Ela foi bem gentil, muito doce, muito amável.

Barbara: Sobre o que vocês dois conversaram?

Michael: Eu escrevi uma canção chamada "Dirty Diana". Não era sobre a Lady Diana. Era sobre um certo tipo de garotas que passeiam pelos shows e clubes, você sabe, eles chamam elas de groupies.

Barbara: Groupies.

Michael: Eu vivi com isso toda a minha vida. Essas garotas... elas fazem tudo com a banda, você sabe, tudo que você pode imaginar. Então eu escrevi uma música chamada "Dirty Diana". Mas eu tirei ela do show em honra à majestade. Ela veio até mim e disse, "Você vai cantar 'Dirty Diana'?" Então, eu disse, "Não, eu tirei do show por causa sua." Ela disse, "Não! Eu quero que você cante... cante a canção."

Barbara: Então ela tinha um senso de humor com você?

Michael: Sim, é claro. E ela me disse que era uma honra me conhecer. E eu disse, "é uma honra conhecer você."

Barbara: Como você ficou sabendo da morte dela?

Michael: Um... eu acordei e meu doutor me deu a notícia. E eu cai no chão de dor, e eu comecei a chorar. A dor... eu senti dor interior, no meu estômago e no meu peito. Então eu disse, "eu não consigo mais agüentar isso... é muito." Apenas a mensagem e o fato de que eu conhecia a personalidade dela. Então no topo disso eu disse, "Tem mais alguém... muito em breve... eu sinto chegando... tem mais um... tem mais um vindo e eu rezo para não ser eu... por favor não deixe ser eu." E então Madre Teresa veio...

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No dia de hoje a Princesa Diana estaria completando 50 anos de idade.Em uma entrevista em 1997 em um programa de televisão da apresentadora Barbara Walters, Michael revelou que os dois últimos shows da turnê européia de "History" foram dedicados a Diana depois que Michael soube da sua morte.Michael revelou que, durante um dos shows que ele tinha esse pensamento sobre a falecida princesa. "Eu te amo Diana. E brilhe para sempre, porque você é a verdadeira princesa do povo.¨Curiosamente, Michael sem perceber, escolhia as palavras de como seria reconhecida a princesa, mas foi completamente negado e descaracterizado pelos meios de comunicação social como sendo ele, ou incapaz de entender o ulo no mundo real, levando para o lado de insulto.Claramente Michael entendeu o insulto grave e de exclusão do tratamento britânico quando se dirigiu a Diana na entrevista, quando perguntado, ele insistiu que era o título da "princesa".
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Mensagem por Ana Rosa Jackson em Sex Set 02, 2011 8:55 am

O músico falou também sobre uma mulher que lhe despertava um enorme interesse: a Princesa de Gales.

«Achava-a muito especial. Muito feminina e com classe. Ela era o meu género"



A relação deles era de fã... Lady não era uma amiga íntima...
certa vez Michael foi fazer um Show no país de Diana e tirou a música Dirty Diana do repertório em respeito à princesa... mas ela chegou no ouvido dele e o pediu que cantasse sim a música...


Entrevista Michael Jackson fala para Barbara Walters,um trecho que ele fala sobre diana:Barbara: Você cancelou o show que estava prestes a fazer quando ouviu sobre a morte de Diana.

Michael: Sim.

Barbara: E quando você finalmente fez o show, você dedicou a ela. O que você disse?

Michael: No meu coração eu estava dizendo, "Eu amo você Diana. E brilhe para sempre, porque você é a verdadeira princesa do povo." E em minhas palavras eu não disse isso, mas eu disse por três minutos enquanto uma grande foto aparecia nos telões... Sony, telas bem grandes... e a foto dela estava lá brilhando... e a platéia foi à loucura. E eu cantei a canção "Smile" e "Gone Too Soon".
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